terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Como fazer críticas construtivas

Feedbacks negativos nunca são fáceis de dar. Sempre há o medo de a pessoa entender errado ou você acabar ofendendo alguém. Mas críticas construtivas devem ser feitas, já que são a melhor maneira de desenvolver e ajudar uma pessoa.

A seguir, veja dicas de como criticar positivamente:
Como fazer críticas construtivas: 1 - Lembre-se por que você precisa dar o feedback negativo
Antes de falar todas as críticas, sempre lembre-se de que o papel do feedback é mostrar para a pessoa onde ela deve melhorar e ajudá-la. Nunca leve para o lado pessoal, e esteja bem equilibrado antes de dar o feedback: não deixe que seus problemas pessoais influenciem no julgamento.

Como fazer críticas construtivas: 2 - Crie um ambiente tranquilo para conversas
De acordo com o neurocientista Kevin Ochsner da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, pessoas que recebem feedback negativos em locais que elas não se sintam confortáveis aumentam a chance de a reação dela ser negativa. Converse com a pessoa aonde não irão te interromper, em um local calmo e tranquilo.

Como fazer críticas construtivas: 3 - Fale primeiro as qualidades
Fale primeiramente as qualidades e depois passe para os defeitos. Não comece já falando coisas ruins porque a pessoa ficará na ofensiva e não irá ouvir os seus conselhos. Crie uma sensação de conforto, antes de partir para o feedback negativo.

Como fazer críticas construtivas: 4 - Preste atenção ao timing
Os melhores feedbacks são aqueles que são feitos na hora em que a pessoa precisa escutar aquilo. Não deixe acumular os problemas, e nem ignore os trabalhos bem feitos. Sempre que você ver algo excepcional, é hora de sentar e conversar com a pessoa, sendo o feedback bom ou ruim. Só se deve abrir uma exceção quando a vida pessoal estiver envolvida: se você sabe que a pessoa está passando por uma fase ruim, espere uns dias antes de cobrar resultados positivos.

 Como fazer críticas construtivas: 5 - Tenha um foco
Ao invés de abordar todas as críticas de uma só vez, fale somente sobre uma coisa que a pessoa deve melhorar por vez. Mesmo falando de forma calma e coerente, a pessoa pode achar que está sendo atacada e ficar na defensiva.

 Como fazer críticas construtivas: 6 - Seja objetivo, mas não rude
Não fique fazendo rodeios e fale o que você tem para falar, mas não faça isso a ponto de parecer rude. Encontre um meio termo, e seja claro em seus argumentos.

 Como fazer críticas construtivas: 7 - Acompanhe



Acompanhe o progresso e veja como a pessoa está se esforçando para melhorar. No próximo feedback, demonstre que você observou de perto e a pessoa saberá que você realmente tem interesse em que ela se desenvolva.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Mídia em construção da imagem do soro positivo: informação e dignidade da pessoa humana.

A mídia é tratada neste estudo como uma importante ferramenta de formação de opinião pública e como ela pode promover a justiça social e inclusão destes indivíduos, que sabemos o quanto são vítimas do preconceito oculto ou escancarado.
            O referencial teórico vem do sociólogo Sérgio Cavalieri Filho (professor da Universidade Estácio de Sá).

            O indivíduo soro positivo está inserido em diversos campos de discurso como: da religião, da morte, da família, da sexualidade, da saúde, da escola, dos amigos e da medicina. Neste caso, a mídia estaria desenvolvendo um anti-social de exclusão do indivíduo.

A mídia promove isolamento, nojo, perseguição e medo aos portadores do soro positivo.

No Brasil, podemos perceber em meio aos divulgados em imprensa nacional, que os infectados ela doença estão aumentando.
A cada ano, recebemos mais notícias de que bebês estão nascendo já vitimas pelo vírus. No século XX, iniciando o atual, percebemos um descaso a estas crianças e adolescentes que a sociedade e as políticas públicas não divulgam em meio social. A mídia apresenta apenas os números e as características de um suposto “corpo doente”, mas não há a preocupação sobre a adequação destas crianças e adolescentes vitimas do HIV inseridos na sociedade de forma oculta ou “camuflada” para fugir do preconceito, muito atuante ainda.
Entretanto, sabemos que muitas de nossas crianças, nascem sobre os cuidados adequados da ciência, o que ocasiona o nascimento sem a doença, mas como são esquecidas, acabam sofrendo violências o que conseqüentemente, acabam contaminadas pelo vírus. Outrossim, ainda temos as inúmeras mulheres que estão desprovidas de uma assistência do sistema de saúde, ou por causa de isolamentos regionais ou de exames restritos que não incluem um exame específico para identificação deste vírus. Um diagnóstico precoce possibilita, o quanto antes, o início do acompanhamento médico e aumenta as chances de se prevenir as doenças oportunistas e de manter uma boa qualidade de vida, graças aos avanços tecnológicos que proporcionam uma luta contra o HIV, sendo uma delas, a terapia com antiretrovirais, que usada adequadamente poderá retardar o aparecimento da AIDS, melhorando assim, a qualidade de vida dos indivíduos soropositivos.
Podemos ainda abordar as pessoas que são possíveis vítimas desta doença, mas que devido ao preconceito interno (da própria pessoa que não aceita) e do preconceito externo (da sociedade em geral), que ao invés de buscarem o devido tratamento contra a doença, acabam por se ocultar deste direito com intuito de fugir desta exclusão que é realizada de forma intensa e aberta pela sociedade.
Todo este universo de conhecimento deve ser aprofundadas pela mídia que tem como papel principal, prestar ao público informações corretas e atualizadas ao momento em que vivemos, levando em consideração que nossos cientistas e outros pesquisadores, estão sim, trabalhando e que já alcançaram muitos resultados e isto deve ser realizado através de debates e discussões. Tendo sempre o cuidado, para que não haja a exposição negativa do portador, mas sim, a de que estamos vivendo uma fase real da ciência e que devemos nos adaptar as formas de prevenção e de tratamento humano, para que não ocorra um atentado à dignidade humana, ou seja, a mídia deve esquecer aquele antigo discurso do medo que as pessoas devem ter da doença e conseqüentemente dos portadores desta, mas sim, aprofundar em discussões que busque a cidadania, o direito do respeito humano, o direito de está inserido em todos os segmentos sociais sendo respeitado. Para isso, a mídia deverá evoluir as informações que adotam, ou seja, atualizando-as.
Podemos enfatizar que a AIDS não está direcionada a uma determinada classe social ou racial, mas sim, a todos os inseridos em uma sociedade. Portanto, devemos ser solidários (e empáticos) para que os portadores do vírus possam ter a qualidade de vida, que somente o remédio não pode proporcionar e atentarmos que de acordo com as informações contidas em números pela mídia, futuramente, qualquer pessoa que temos vinculo e que amamos como um filho, cônjuge, irmão, pais e amigos poderão está enfrentando a mesma situação de descaso público e de preconceito social.
Não podemos continuar aceitando que as pessoas que são vitimas desta doença sejam “rotuladas” a uma imagem pouco esclarecedora que a mídia se propõe a oferecer.
É necessário que estejamos atentos ao desafio (social e escolar) de trazer o indivíduo soropositivo a consciência e que sintam realmente o que devem ser e ter por direito, o sentimento de segurança por ser cidadão.



quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

INTERNET COMO FERRAMENTA DO MARKETING DIRETO


Marketing direto é um nome que, embora não reflita mais o seu significado inicial, foi definido por Drayton Bird em uma de suas obras (Bom senso em Marketing Direto) "ficou cristalizado para caracterizar um marketing de relacionamento em oposição ao marketing de produto: para definir um tipo de comunicação-diálogo em oposição à propaganda-monólogo". A sua base é a informação, que devido aos avanços tecnológicos ocorridos nas últimas décadas, pode ser facilmente capturada e administrada. Hoje é possível formar grandes bancos de dados com informações relevantes sobre as pessoas, agrupando-as por dados de similaridade, e assim ter verdadeiro conhecimento individualizado dos consumidores, usuários e clientes potenciais, para aí então, agir sobre eles. Essa possibilidade gerada pela informática trouxe de volta o contato direto, só que agora, independente da presença física, o contato direto, com muitos e instantaneamente.